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baby swims
rosas
innersmile
O melhor do fim de semana prolongado aconteceu logo à chegada: os meus sobrinhos estavam à minha espera para irmos passar a tarde junto à piscina de uns amigos. E foi o melhor porque nunca tinha experimentado a sensação de andar a passear dentro da água com a minha bébé de quinze meses só a segurá-la com as mãos e os braços, e ela muito deliciada a usufruir do passeio (e também a molhar as mãos na água e a metê-las na boca para beber; não sei se todos os bébés são assim, mas ela adora sentir água na boca, mesmo na praia está sempre a molhar as mãos e a metê-las na boca para sentir a água). Era um castigo para a tirar da água, mesmo quando era evidente que estava a ficar cheia de frio. Mais tarde voltámos à piscina, e andámos a nadar, ela numa bóia e eu a empurrá-la. Mas essa sensação de a ter nas minhas mãos, a flutuar como se não tivéssemos peso ou estivéssemos a voar, acho que é uma coisa que o meu corpo nunca mais vai esquecer.

Ela adora a água, e além da tarde de piscina, tivemos ainda duas magníficas manhãs de praia. Não há nada na praia que a incomode: adora brincar e encher-se de areia (e comer alguma também), adora brincar à beira-mar com as ondas a baterem-lhe, adora tomar banho e dar pontapés na água, adora ficar especada a olhar para os outros miúdos. Só não gosta de dormir nem de descansar, nem sobretudo de dar descanso, nomeadamente ao tio-avô. É um virote, acho que nunca me sentei e levantei tantas vezes como este fim de semana!

Pela primeira vez tive a sensação de que, à chegada, eu já não era novidade para ela. Sempre muito à vontade comigo. Ou então foi porque começámos de forma positiva na piscina: ela só queria estar dentro da água, e eu estava disponível para o banho, de modo que foi como deus com os anjos.

Só saí de ao pé da minha bébé, no sábado à noite, em que fui sair para beber copos (ok, só bebi um), o que já não me acontecia há muito muito tempo. E ontem à noite, em que ela foi sair com a mãe e os avós, e eu fiquei em casa porque queria ter algum ‘quality time’ com o meu sobrinho: estivemos para aí umas cinco ou seis horas a ver um campeonato de surf na tv, a comer pizzas e a beber Fantas-laranja.
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Imagina se tivesses um(a) filh@ teu?
E pudesses usufruir da sua companhia em permanência?

houve uma altura em que ponderei muito seriamente a possibilidade de adoptar, e às vezes arrependo-me de não ter tentado mais seriamente.

Também sinto isso, mas agora já é tarde demais...

agora, já nem para ter um gato me sinto com forças ;)

os animais não substituem, claro, mas foi uma das razões. enfim...
também vingo-me no meu sobrinho. é maravilhoso ouvir 'tia, tia'! :)

eu adoro gatos, mas gostava tanto de ter um cão. os meus preferidos seriam o jack russel ou o boxer, mas acho que já não tenho energia para ter um cão destas raças :)

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