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balanço l
rosas
innersmile
Ah, que bom, chegou a época dos balanços. Assim já tenho assunto para umas quantas entradas. Talvez comece pelos espectáculos e pelas exposições. Foi um ano fraquinho, muito por causa da preguiça, e muito também por não ter sido um ano fácil do ponto de vista pessoal. E foi este último mês que, apesar de tudo, ajudou a compor a coisa. De qualquer modo, vamos às listas.

Concertos:
- Rodrigo Leão, TAGV, Coimbra
- Hélder e Pedro Moutinho, Fábrica de Braço de Prata, Lisboa
- Simone e Zélia Duncan, CAE, Figueira da Foz
- Joe McPhee, Museu Machado de Castro, Coimbra
- Astedixie, Krokodillos, Alice in Dixieland + Jacinta, Festival de Dixieland, Cantanhede
- Amélia Muge, Teatro Aveirense, Aveiro
- Três Cantos: José Mário Branco, Sérgio Godinho e Fausto Bordalo Dias, Coliseu, Porto
- Edson Cordeiro, TAGV, Coimbra

Dança:
- Inferno, Companhia Olga Roriz, coreografia Olga Roriz, Teatro Aveirense, Aveiro

Teatro:
- De Homem Para Homem, de Manfred Karge, encenação de Carlos Alardo, Teatro Aveirense, Aveiro
- Os Produtores, de Mel Brooks, TAGV, Coimbra
- Gota de Água, de Chico Buarque e Paulo Pontes, direcção de João Fonseca, CAE, Figueira da Foz
- La Traviata, de G. Verdi, pela Companhia Nacional de Ópera da Moldávia, TAGV, Coimbra
- O Ano do Pensamento Mágico, de Joan Didion, encenação de Diogo Infante, T.N. D. Maria II, Lisboa
- Sabina Freire, de Manuel Teixeira-Gomes, Pelas Companhias de Teatro de Braga e Escola da Noite, encenação de Rui Madeira, Teatro da Cerca de São Bernardo, Coimbra

Exposições:
- Juan Muñoz, Fundação Serralves, Porto
- Ombro a Ombro, Retratos Políticos, MUDE, Lisboa
- Antestreia, MUDE, Lisboa
- Vitruvius Moçambicanus: Pancho Guedes, Fundação Berardo, Lisboa

O concerto da Simone e da Zélia Duncan e o dos Três Cantos foram inesquecíveis, de tão bons e entusiasmantes. Mas o concerto a que me deu mais gozo assistir foi mesmo o do Edson Cordeiro. Pela intimidade da ocasião, pela descoberta, pela enorme simpatia do artista e sobretudo pela entrega. Destaque maior para a exposição retrospectiva da obra de Juan Muñoz, em Serralves, que vi duas vezes. Foi uma daquelas experiências reveladoras, que nos acontecem raramente, e em que de facto a arte nos ajuda a compreendermo-nos melhor, como que nos devolve a nós próprios, permitindo-nos conhecer melhor a nossa dimensão.


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Adoraria ter visto o Inferno.

o ano passado tinha visto o Paraíso.

Eu até tenho vergonha de comentar esta tua entrada...Não vi nada!!!
Olha...um bom ano!!!!
Abraço do pinguim

ora, meu caro, tu tens outros 'entretens', bem mais interessantes.
abraço

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