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concertos 2004

A gripe maldita na semana passada impediu-me de fechar com chave de ouro a época de concertos de 2004 (é verdade, tinha um bilhete para o Sérgio Godinho que ofereci à última hora). De qualquer maneira, foi um bom ano de concertos:

Janeiro:
- Maria Rita (CAE, Figueira da Foz)

Fevereiro:
- Mísia (Gil Vicente)

Março:
- Camané (Gil Vicente)
- Nobody’s Bizness (Santiago Alquimista, Lisboa)

Abril:
- Kraftwerk (Coliseu Lsboa)
- Ney Matogrosso (Canecão, Rio de Janeiro)

Maio:
- José Mário Branco (Coliseu, Lisboa)
- Elvis Costello (CAE, Figueira da Foz)
- Vera Mantero, com Nuno Vieira Almeida (CAE, Figueira da Foz)

Julho:
- Timbila Muzimba, com convidado especial Júlio Pereira (Gil Vicente)
- Lhasa (Gil Vicente)
- Vladimir Viardo (Gil Vicente)
- Orquestra Gulbenkian, Maestro Yu Feng (Gil Vicente)

Setembro:
- Charles Lloyd (CAE, Figueira da Foz)
- Filipe Melo, Trio (CAE, Figueira da Foz)
- Rodrigo Gonçalves, Quinteto (CAE, Figueira da Foz)
- Frank Morgan (CAE, Figueira da Foz)
- Madonna (Pavilhão Atlântico, Lisboa)
- Clã (Soure)

Novembro:
- Rufus Wainright (Aula Magna, Lisboa)

Dezembro:
- Kimmo Pohjonen (Gil Vicente)
- Bernardo Sassetti (Gil Vicente)
- Will Holshouser Trio (Gil Vicente)
- Katia Guerreiro (CAE, Figueira da Foz)

Nada mau! Um dos grandes luxos do ano foi indubitavelmente ir ao Canecão, no Rio, e logo para assistir ao show do Ney. Interessante ainda a variedade de estilos musicais que tive a possibilidade de assistir ao vivo: dois de música popular brasileira, três de fado (em dois deles, com a guitarra fantástica do José Manuel Neto), e mais outros três de outros artistas nacionais, dois concertos de musica clássica, seis de jazz, três da chamada ‘world music’, um de blues e quatro da área do rock/pop. Importante ainda referir que de vinte e quatro concertos, dezasseis aconteceram no Gil Vicente (oito) e no CAE da Figueira; já houve uma época em que era habitual queixarmo-nos de que em Coimbra nunca acontecia nada, mas parece que as coisas estão a mudar, ou pelo menos esperemos que estejam.
Foram de um modo geral concertos muito bons. Mas de todos, houve uma mão-cheia de concertos verdadeiramente memoráveis, daqueles que são tão bons e tão enriquecedores que mudam a nossa percepção do mundo: o do Elvis Costello, o do Rufus, o da Lhasa, o do Vladimir Viardo, o do Charles Lloyd. Mas, de todos, o ‘meu’ concerto do ano, aquele que mais me comoveu e transportou para aquela dimensão maior e abstracta que só a música é capaz de desvendar, foi mesmo o do Bernardo Sassetti!
Tags: concertos
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