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o limerick da bactéria
rosas
innersmile
Havia na Internet um chato de um bestunto
Que um dia desarvorou e deixou de ser assunto
Mas como uma bactéria
Que não deslarga a matéria
Volta e meia que não volta, reaparece o defunto


Há muitos anos que eu não escrevia um limerick. Este é, como todos os outros, um poema supostamente jocoso e com endereço, como devem ser os limericks.

Mas hesitei em pô-lo aqui. Eu sou supersticioso e acredito no karma. Ora, a vida já me tem feito tantas maldades, que eu não quero ser mauzinho e despertar mais bad vibes.

Quero ser bonzinho, e quero sê-lo com toda a gente. Mas há coisas, e situações, e pessoas, que nos fizeram mal e que por isso as deixámos lá atrás, exactamente no lugar onde nos magoaram e do qual nos afastámos em definitivo.

Por isso, sem karma, aqui fica o limerick da bactéria.