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rosas
innersmile
Graças à generosidade de terceiros tenho, nos últimos tempos, tido oportunidade de ver alguns filmes que têm estreado e que eu não tenho oportunidade de ir ver aos cinemas. Acho que vou fazer uma lista, só com umas notas muito breves.


1. GREEN BOOK, de Peter Farrelly. Com Viggo Mortensen e Mahershala Ali. É uma história irresistível, com dois actores num jogo muito bom.****

2. THE WIFE, de Björn Runge. Com Glenn Close, Jonathan Pryce e Christian Slater. Falta chama ao filme, mas a Glenn Close dá uma verdadeira masterclass.***

3. I'M NOT YOUR NEGRO, de Raoul Peck. Com base nos escritos de James Baldwin. Um olhar muito forte sobre a negritude numa sociedade racista, com especial enfoque no movimento dos direitos civis nos EUA, mas com um escopo universal. Explica muita coisa, nomeadamente os confrontos que ainda há poucas semanas varreram a sociedade portuguesa. *****

4. BOHEMIAN RHAPSODY, de Bryan Singer. Com Rami Malek. Não percebi muito bem se o objetivo era ajudar a criar o mito Freddy Mercury, tornando-o numa espécie de unicórnio pop, ou se faz parte do plano de marketing. Valeu pelas memórias do Live Aid. O que terá acontecido à minha t-shirt?***

5. FREE SOLO, de Elizabeth Chai Vasarhelyi e Jimmy Chin. Sobre o escalador Alex Honnold. Entusiasmante mas também perturbador, sobretudo pelas coisas que não são explicáveis.*****

6. THEY FIRST MAN, de Damien Chazell. Com Ryan Gosling e Claire Foy. Uma perspectiva intima sobre o percurso do astronauta Neil Armstrong que o levaria a ser o primeiro homem na lua. Não se trata, longe disso, de uma fita de aventuras, como se nota pelo ritmo. ****

7. ROMA, de Alfonso Cuarón. Com Yalitza Aparicio. Uma câmara que se limita a olhar quase silenciosamente. Tudo o que o filme tem para dizer, é assim que o faz, mostra em vez de explicar. A fotografia é um esplendor, num preto e branco muito evocativo, lírico e implacável. *****

8. LOVE, SIMON, de Greg Berlanti. Uma típica comédia romântica sobre adolescentes a descobrirem o amor. Bom, quase típica. E é este quase que lhe dá todo o interesse. Porque apesar de tudo, ainda não são frequentes os filmes dirigidos ao grande público, sobretudo o adolescente, que apresentam um retrato mais ou menos real de alguns dos problemas que os jovens gay enfrentam na descoberta do amor, e o fazem de uma forma tão positiva.****
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