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Se eu tivesse de escolher uma única canção da Madonna, de entre as dezenas de excelentes canções que ela cantou, para levar para uma ilha deserta, seria esta, True Blue. Foi esta canção, e o álbum a que ela deu título, o terceiro da sua carreira, editado em 1986, que me fez apaixonar pela música da Madonna, e pela sua atitude artística, até hoje.

Happy 60 birthday, Madge (que, chama-na assim na Inglaterra, é o diminutivo de Your Majesty).


Já há uns dias que a notícia era esperada, mas mesmo assim é desolador percebemos que vivemos num mundo sem a Aretha Franklin. Para um cavalheiro de certa idade, como eu, a Aretha faz parte da ordem natural das coisas, a sua voz existe como o ar que respiramos, é essencial. E a sua voz poderosa e o seu canto cheio de energia, capaz de incendiar o dia mais cinzento e o coração mais empedernido, são uma presença constante, mas são também símbolos, quer de boa música pop ( ou soul, já que era unanimemente reconhecida como a Rainha da Soul Music), quer de activismo e compromisso político.

Por isso, por um lado parece triste dizer que a perdemos e que nunca mais a vamos ter. Mas a verdade é que sempre a teremos, a música e as canções e a energia de Aretha Franklin estarão sempre connosco.