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rosas
innersmile
Ontem nasceu um sobrinho-neto novo. E vão três. Ainda não sei o nome, mas já vi fotos e é lindo. Foi a única coisa boa (maravilhosa, claro), de uma semana muito difícil.

Na segunda-feira, comuniquei ao médico que ia fazer o tratamentos e o seguimento noutro hospital. Na terça, fiz uma cintigrafia que não correu bem. Por causa da dificuldade dos meus acessos venosos, foram duas horas a tentar puncionar a veia, e no fim o radiofármaco perdeu-se e o exame não pode ser concluído. Na quarta-feira fui submetido ao primeira de uma longa série de tratamentos. Para já são seis, depois repetem-se a intervalos regulares. Serão dois anos de tratamentos. Na quinta, fiz análises ao sangue, e tenho a hemoglobina baixa e creatinina elevada. Hoje, finalmente, consegui fazer a cintigrafia, mas sempre com uma dose razoável de desconforto por causa dos acessos venosos.

A luta continua, pois claro, Mas o problema é que já ando nisto há seis anos, e começo a ficar com pouca resiliência. Além de que já vivi este filme todo uma vez, e sinto um enorme desânimo por já saber exactamente de que maneira a nossa vida fica transformada. E falta-me quem, da outra vez, me conduziu através dos tempos difíceis, sem me deixar sucumbir.

Mas tenho um sobrinho-neto novo, ele é lindo, e por isso hoje é dia de pensar em coisas bonitas e positivas.

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