the greatest showman
rosas
innersmile
Gostei muito de The Greatest Showman, um musical produzido directamente para o cinema, ou seja, sem ser uma adaptação de uma peça teatral, com realização de Michael Gracy, baseado num argumento com co-autoria de Bill Condon, um realizador de que gosto muito, e que fez, entre outros, Gods and Monsters, Kinsey, e os musicais Chicago e Dreamgirls.

O filme inspira-se na história de P.T. Barnum, um dos criadores do circo moderno, o Barnum & Bailey Circus (Bailey inspirou em parte a personagem de Carlyle, desempenhada pelo heartthrob juvenil Zac Efron) e aproveita o dispositivo circense para os seus números musicais, ao mesmo tempo que remete para a história dos antigos “freaks” de feira, como metáfora de uma história sobre a diferença e a discriminação.

Uma belíssima fita de puro entretenimento, com grandes canções (da autoria da dupla de letristas Pasek and Paul, que escreveu as canções de La La Land, e aqui trabalha com os compositores John Debney e Joe Trapanese), coreografias criadas especificamente para a montagem cinematográfica, e um grande actor de musical em pleno pico de forma: Hugh Jackman é a alma do filme, com a sua energia, a sua voz e presença, e um notável sentido do tempo próprio do cinema musical. Para além de Jackman e de Zack Efron, destaque ainda para uma actriz de quem gosto imenso, a Michelle Williams.
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