star wars: the last jedi
rosas
innersmile
Durante a época natalícia fui ver o mais recente episódio da saga Star Wars, The Last Jedi, realizado por Rian Johnson e que junta, tal como acontecia no episódio anterior, actores da primeira série, como Carrie Fisher ou Mark Hamill, com actores mais jovens, como John Boyega ou Daisy Ridley, nos protagonistas desta nova série de aventuras.

Não sou propriamente um die-hard fan de Star Wars, nem me comove o esforço que autores e fãs desenvolvem no sentido de a inscrever no conjunto dos grandes relatos de fantasia. Gostei muito do primeiro Star Wars de todos, e em geral de toda a primeira trilogia, mas sobretudo pela frescura que trouxeram ao cinema, reinventado e relançando a velhinha tradição do cinema de aventuras, em especial dos filmes em séries. Digamos que gosto da parte das aventuras, mas sou imune à space opera.

E neste aspecto, este segundo filme da terceira trilogia, como já acontecera no anterior The Force Awakens, é bem mais entusiasmante do que toda a segunda trilogia, a chamada prequela, restituindo a Star Wars o espírito da “cóboiada” que animava o filme original de George Lucas.

É certo que a actual tecnologia de efeitos especiais oferece ao filme um aparato cénico grandioso, e que contribui para a eficácia narrativa, mas também confesso que esta perfeição tecnológica me deixa sempre um bocadinho saudoso do tempo dos velhinhos efeitos especiais conseguidos através de cartão e cola e ângulos de câmara.
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