django
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innersmile
Fui no fim de semana passado ver Django, um filme francês realizado por Etienne Comar. O Django do título é, naturalmente, Django Reinhardt, músico fundador do jazz francês e do jazz tocado com guitarra. O filme não é tanto um biopic sobre o músico, baseando-se numa passagem da sua biografia para expor o drama dos ciganos franceses durante a Segunda Guerra Mundial, na França ocupada pelo nazismo.

Tendo passado boa parte do conflito sem nunca sair de Paris (ao contrário, por exemplo, de Stephan Grappelli, seu companheiro na aventura da descoberta do jazz, que se refugiou em Londres), o filme de EC conta como Django, impressionado pelos relatos da perseguição e extermínio dos ciganos, tenta com a sua família fugir para a Suiça, com grandes dificuldades.

Não é um filme muito entusiasmante, no aspecto narrativo, apesar das boas intenções. O actor Reda Kateb faz um trabalho convincente no papel principal. Mas o melhor do filme, claro (e a principal razão porque o fui ver), é o pretexto para ouvir a grande música de um dos maiores nomes da história do jazz mundial.
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