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saving mr. banks
rosas
innersmile
Fui assitir, no fim de semana passado, a Saving Mr Banks (em português Ao Encontro de Mr. Banks), realizado por John Lee Hancock, e que põe em cena o encontro complicado entre Pamela Travers, a autora do livro Mary Poppins, e Walt Disney, que queria fazer a adpatação para cinema. Talvez seja porque Mary Poppins faz parte do núcleo duro do meu imaginário infantil, mas o ponto é que gostei imenso do filme, que me emocionou e divertiu. Há neste tipo de filmes um risco muito grande, que é o de macularem, por vezes de forma irremediável, a maneira um pouco mirífica (ou mesmo mítica) como a nossa memória guarda estes tesouros afectivos. Felizmente, este não foi o caso, e de certo modo o filme dá até sustento à velha paixão pela nanny do chapéu de chuva voador criada por Julie Andrews no filme de 1964.

Admito que o filme agrade sobretudo aos fãs mais empedernidos de Mary Poppins. Mas só para ver uma parelha de actores, a Ema Thompson e o Tom Hanks, e secundários como o Paul Giamatti, o Colin Ferrel ou o Jason Schwartzman vale a pena ver o filme. Sobretudo a Thompson, há muito tempo que não a víamos tão bem e com um domínio tão grande sobre a persona da personagem.
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