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éramos 13
rosas
innersmile
Num fim de semana de registo muito basal, próprio para repôr energias, interrompi a pasmaceira para ir no sábado à noite à Amadora, jantar com um grupo de amigos, no restaurante Guilho, onde já vai sendo tradição reunir esta tertúlia. Este jantar tinha ficado mais ou menos apalavrado desde o anterior, em maio, e reuniu um grupo muito jeitoso de 13 convivas; antigamente usava-se muito a expressão “não há azar”, com o sentido da expressão inglesa ‘no problem’, ou ‘tudo bem’. Pois bem, éramos 13, como Jesus e os seus apóstololos, e não houve azar, só mesmo a sorte de reencontrar e conhecer amigos velhos e novos.

Costuma-se dizer destas ocasiões que só faz falta quem está, e isso também foi um pouco verdade no sábado: todos os que estavam, nomeadamente os que apareceram pela primeira vez, fazia sentido que estivessem, e sentir-se-ia a sua falta se não tivessem comparecido. E apesar do serviço ter sido um pouco demorado, o restaurante é, parece-me, condição essencial para a descontração e vivacidade do convívio.

Um dos pretextos do jantar era convivermos com o Déjan, o namorado do João, que vive na Sérvia e está cá a passar umas curtas férias. Outro pretexto era fazermos uma espécie de lançamento informal do livro de contos que eu escrevi, e que a Index E-Books lançou aqui há uns meses. Gostei muito de ouvir o João Roque falar do livro, e fico contente se esta ocasião levar mais algumas pessoas a lê-lo. Só me arrependo de não ter feito a vontade ao João Máximo, o meu editor, que me pediu para ler um texto do livro; por vezes, um certo pudor de não querermos ser o centro das atenções leva-nos a ser antipáticos com quem só nos trata com simpatia e consideração: so sorry, João, para a próxima tu mandas!