April 21st, 2013

rosas

taprobana, ida e volta. 10/12

30.3.2013 (Sábado)
Dolce fare niente, como estava prometido. Podia ir até à cidade de Kalutara onde, de acordo com o Rough Guide, há um templo budista muito interessante. Mas mereço, e preciso, de dois dias mergulhado na sombra e na água, a ler.

Logo de manhã cedo fui experimentar o mar, e tomei duas belas banhocas. A água é quentíssima, mas a corrente é muito forte. Como eu não gosto de estar parado, de pé, na água, e ainda por cima a maré é muito rasa numa extensão muito grande mar adentro, pus-me a nadar e a flutuar e quando dei por ela, tinha sido arrastado, em poucos minutos, para muito longe do sítio onde entrei na água. Sei nadar bem e não tenho medo do mar, mas talvez por isso tenho-lhe muito respeito, e a este reconheço que é muito mais poderoso do que eu.

O resto do dia foi muito relaxante: jacuzzi, leitura na espreguiçadeira à sombra das árvores de copa frndosa, sumos naturais, um pôr do sol de bilhete postal, e depois uma massagem fabulosa, feita por uma rapariga que deveria ter para aí um terço do meu tamanho, que me deixou completamente espapaçado (feito em papas?)

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