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voo da amizade
rosas
innersmile
A semana passada pus aqui no innersmile um texto sobre aviões super e ultra-sónicos. Numa troca de comentários, o Bruno Linhares, meu amigo e correspondente do outro lado da lagoa, falou-me sobre o Voo da Amizade, uma linha aérea que foi operada entre 1960 e 1967, ligando o Brasil e Portugal, e que ligava, em condições económicas muito favoráveis, São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Sal (em Cabo Verde) e Lisboa.

Ao ler a descrição que o Bruno faz desses voos, parece que estou a ver as imagens de newsreel que antigamente, precisamente nos anos 60 e 70, passavam nas sessões de cinema, e que eram compilações de notícias filmadas por agências notíciosas (e que antecederam, digamos assim, os telejornais televisivos). Pelo menos no programa das noites de cinema do pavilhão do Ferroviário de Nampula, em que tinhamos direito a desenho animados, documentários (como chamávamos às newsreel), apresentações (era o nome dos trailers) e o filme propriamente dito.

Mas divago (as usual). O ponto é que a partir desses comentários o Bruno organizou uma entrada na Wikipedia sobre os Voos da Amizade, e que está disponível neste link: en.wikipedia.org/wiki/Voo_da_amizade. Acho que é, e por mérito exclusivo do Bruno, a primeira vez que uma entrada na Wikipedia nasce num post aqui do innersmile.

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E à sombra, o carro nem sequer estava ao sol. Ainda pensei pôr aqui uma fotografia do meu torso musculado, que, neste preciso momento em que estou a escrever sentadinho em frente ao computador, com os estores corridos e as luzes apagadas, escorre suor que deus-o-dá! Mas depois pensei que se calhar, por razões de higiéne pública, o melhor era mesmo pôr a foto do termómetro do carro às 16:27.


Hoje de manhã, depois de uma interrupção de duas semanas, voltei à piscina. Foi um pouco estranho, a princípio. Os meus pulmões pareciam aqueles balões já usados que ficam com as paredes todas coladas. Mas depois, à custa de insistir, comecei a respirar melhor. Conclusão, descontando uma certa falta de fôlego, mas beneficiando de menos 4 ou 5 quilos de peso, nadei 1600 metros non-stop. Fiquei contente, estava com medo de ter maiores dificuldades. É que duas semanas sem nadar já me estavam a dar cabo da cabeça.
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