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oscars 2011
rosas
innersmile
E pronto, lá passou outra cerimónia dos Oscars. Fraquinha, mas vá lá, não passei a noite a dormir, como no ano passado. Gostei da Anne Hathaway, acho que ela tem o que é preciso para se apresntar os Oscars, mas achei o James Franco a bore. Sobretudo sem charme. Pois é, às vezes não basta uma carinha laroca. O seu melhor momento foi mesmo quando se vestiu de Marilyn.

E quanto aos prémios? Gostei que o Alice do Tim Burton tivesse levado dois prémios, e o resto foi tudo como se esperava.

E quanto aos premiados? O meu preferido foi o David Seidler: humor, inteligência, subtileza e humanismo. Comme il faut. Também gostei do discurso do Colin Firth, da piada que tinha a sensação de que tinha acabado de passar o topo da sua carreira, e do agradecimento ao Tom Ford, como que dizer a Academia que lhe deviam ter dado o prémio o ano passado. E deviam, quer dizer, não desfazendo do Jeff Bridges; o que quero dizer é que a interpretação de Firth em O Discurso do Rei é daquelas feitas com recursos técnicos, enquanto que o seu trabalho em A Single man era todo feito de contenção, de alma e de olhar. Achei graça ao Christian Bale, que começou por se armar em durão e cínico (não é Jack Nicholson quem quer), mas que depois se desfez todo. Gostei do discurso do Randy Newman. E gostei que um dos produtores do O Discurso do Rei tivesse agradecido ao namorado.

Quanto aos vestidos, achei a silhueta da Scarlett Johannson (eu até ia escrever O'Hara) uma coisa estonteante. E a Natalie Portman estava linda, elegante e radiosa.
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