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inventário II: dança, teatro, exposições, concertos
rosas
innersmile
Dança:

- A Bela Adormecida, pelo Moscow Ballet La Classique (TAGV, Coimbra)
- Ballet Flamenco de Madrid (Teatro Muñoz Seca, Madrid)

Teatro:

- Sonho de Uma Noite de Verão, de W. Shakespeare, Fatias de Cá (Mata dos Sete Montes, Tomar)
- Um Eléctrico Chamado Desejo, de Tennessee Williams, enc. Diogo Infante (TNDMII, Lisboa)
- Eu Sou a Minha Própria Mulher, Seiva Trupa, enc. João Lourenço (TCSB, Coimbra)
- Avenue Q (Teatro Nuevo Apolo, Madrid)

Exposições:

- Ana Vidigal, Menina Limpa, Menina Suja (Fund. Gulbenkian, Centro de Arte Moderna, Lisboa)
- Nadir Afonso (Museu Nacional de Arte Contemporânea, Lisboa)

- Underground Museum (Sangalhos)
- Casa Museu da Fundação Cesar Manrique (Lanzarote)
- Museu do Prado (Madrid)
- Centro de Arte Reina Sofia (Madrid)

Concertos:

- António Pinho Vargas (TAGV, Coimbra)
- JP Simões (Salão Brazil, Coimbra)
- Pop Dell'Arte (Teatro Aveirense, Aveiro)
- U2, 360º (Estádio Cidade de Coimbra)
- Lloyd Cole (TAGV, Coimbra)
- Camané (TAGV, Coimbra)
- Belle Chase Hotel (TAGV, Coimbra)
- Neil Hannon Plays The Divine Comedy (Teatro Aveirense, Aveiro)
- Herbie Hancock (Casa da Música, Porto)


O ano foi pobrezinho, sobretudo em quantidade. E por muito que a qualidade seja importante, e é, também é verdade que quanto mais melhor. Não porque mais seja bom em si, mas porque aumenta a probabilidade do melhor.

O concerto do ano foi o do Herbie Hancock na Casa da Música. Que concerto! Mas também podia ser o do Camané, que está, acho eu, na sua melhor forma, em plena maturidade, como cantor e como artista. Adorei a exposição da Ana Vidigal; fico sempre seduzido quando vou ver uma obra de arte e ela se põe a comunicar comigo, a provocar-me e a estimular-me. De resto vi muito pouco teatro e quase nenhuma dança. E quer um quer outra, fazem-me imensa falta.