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corpo do delito
infinito
innersmile
Hoje entrei numa livraria e levava comigo o livro que estou a ler. Dei uma volta pelas estantes e vi à venda o livro O Escriturário Indiano, do David Leavitt, de que falei na entrada anterior. Claro que comecei logo a folhear o livro, para ver o aspecto na minha língua daquela prosa de que tanto gostei. E vá, que consegui resistir à vontade e à tentação de comprar o livro. Não faz sentido, porque se me apetecer reler o livro, naturalmente faço-o na edição em inglês, como o li primeiro. Mas custou-me tanto resistir a esta tentação que tive de sucumbir a outra. A edição da Teorema tinha, como agora está na moda, um marcador com publicidade ao próprio livro. Disfarçadamente (foi, não foi, Zé?) troquei o marcador que eu tinha no livro que eu levava pelo do livro do Leavitt, e lá saí da livraria todo lampeiro. Eu sei que não chega a qualificar como roubo, mas, como sou um bocado palermita, senti-me como quando era adolescente e roubei alguns livros nas livrarias.