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fnuck you
rosas
innersmile
A Fnac prestou-me um mau serviço, que me prejudicou de forma objectiva, sobretudo porque se eu não tivesse confiado no serviço não tinha tido problema nenhum e tinha resolvido a minha necessidade de consumo. Fui à loja reclamar. A pessoa que me atendeu concordou que tinha havido prejuízo mas que os termos do negócio isentavam a Fnac de responsabilidade. Chamou o responsável da loja que reconheceu que o serviço em causa não era perfeito, e que desse facto tinha resultado um prejuízo para mim. Pediu-me muita desculpa, mas que não havia nada a fazer, nem forma nenhuma de me compensar, porque, como já disse, os próprios termos da transacção, e até ao ponto em que ela se concretiza, isentam a loja de responsabilidade. Apesar de, como reconheceu igualmente, se não houvesse uma ideia de compromisso, na qual confiei, eu poderia ter resolvido o problema a meu contento. Assim sendo, comuniquei-lhe que pretendia anular o meu cartão de aderente, porque não fazia sentido ser aderente de uma loja que presta maus serviços, o que fiz de imediato. Eu sei que à Fnac não faz diferença nenhuma, e que eu perdi não só os pontos acumulados, como também as vantagens, ainda que estas não sejam propriamente mirabolantes. Mas às vezes uma pessoa tem de fazer o que tem de fazer. Nem que seja um gesto insignificante, mas que tem a vantagem de nos repor o valor mínimo de dignidade e sentido. Ou seja, a Fnac pode não ouvir, mas sabe bem à mesma mandá-la pró caralho.
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power
rosas
innersmile
Há aí uns tipos, ateístas ao que suponho, que, para marcar posição, e quando se despedem, dizem 'até amanhã se EU quiser', em vez do católico e tradicional 'se deus quiser'.

Ora abóbora, se EU quisesse, parava tudo neste momento e começavam-se a ouvir os acordes iniciais da banda sonora que o Ennio Morricone compôs para o filme Once Upon a Time in America, do Sergio Leone.

Isso sim, é que era um milagre do caraças e uma demonstração de power à maneira... (toma lá reticências)
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