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aġadīr, 09 / 6
rosas
innersmile
20.8.09

Hoje de manhã fomos passear por Agadir, para conhecer a cidade. Começámos pelo tourist strip, junto à praia. Subimos ao monte onde a muralha vazia por dentro lembra a antiga cidade, destruída pelo violento sismo de 1960. Na encosta, como em muitas espalhadas pelo país, as palavras “deus, pátria, rei”. Descemos para visitar o porto imenso, que na verdade são três: de pesca, de recreio, e comercial. Quatro, pois há dois portos de pesca, sendo um deles artesanal, o sardinheiro. Passámos em seguida pela zona onde se situava a zona residencial antes de 1960, e que permanece desabitada, por interdição sísmica. Quase ao lado, é nova zona residencial afluente da cidade, das vivendas e dos muros altos. O jardim Ol hau, lê-se assim, e homenageia a geminação de Agadir com Olhão. Entre os boulevards que atravessam longitudinalmente a cidade, fica o novo talborj, o miolo da cidade. A mesquita. O souk, um mercado mais convencional, mais modesto, claro, mas também muito mais barato do que o de Marraquexe.

Ficam momentos. A varanda, alta, aberta para a praia, para o mar. A tomar notas neste caderno, ou a ler. A sentir a brisa fresca nas pernas, nos braços, no tronco nu. O piano de Pinho Vargas, a solo ao fim da tarde.







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