August 25th, 2009

rosas

aġadīr, 09 /1

15.8.09

Na cidade de Agadir, na costa atlântica de Marrocos. Chegámos já de noite, e depois de nos instalarmos no hotel, saímos para procurar um restaurante. Comemos sandwiches num snack. Muita gente na rua, apesar de já ser tarde.
É fácil comunicar, embora fazê-lo em francês seja complicado. Dão vontade de rir, os esforços que fazemos para falar francês. Felizmente as pessoas são simpáticas e, elas sim, esforçam-se por comunicar, com paciência e humor.

O hotel onde estamos tem um certo ar decrépito, de que terá sido um bom hotel de quatro estrelas há quinze anos. Mas eu prefiro estes hotéis que nos recordam a decadência.

Nas primeiras horas que passamos numa cidade (num país?) parece sempre que trazemos estampada no rosto a nossa virgindade.
Gosto destes primeiros momentos passados numa cidade nova, em que nada parece fazer sentido. Sobretudo à noite, em que não conseguimos captar pontos de referência. Um tipo sente-se totalmente estrangeiro, alien.







rosas

aġadīr, 09 / 2

16.8.09

De manhã, brouillard, à tarde soleil. É assim que se define a meteorologia em Agadir, e é assim que vai ser até chegarem as chuvas.
Nós, novatos de primeiro dia, fomos para a praia às nove da manhã. Foi bom, foi fresquinho, e a praia estava quase vazia. À tarde, quando voltámos, havia soleil e muitos milhares de pessoas. Não sei se por ser domingo ou se vai ser sempre assim. Mas é engraçado passar tempo na praia, por causa da variedade de pessoas, de raças, de culturas. É interessante como as diferenças culturais se notam mesmo aqui na praia. Muitos jovens, muitos rapazes e, claro, des beaux garçons.

Depois do jantar o primeiro thé à la menthe, que é de hortelã-pimenta. Vertido do alto, quente, doce e perfumado.