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perdas
rosas
innersmile
Portugal já não é bem o mesmo, sem Raul Solnado.
Solnado era muito do melhor que nós somos: o humor terno, ingénuo, brincalhão, puro, convival. Ou então sou eu, sei lá, que me habituei desde sempre a ele, e agora olhar a vida fica um bocado mais absurdo sem o olhar absurdo do Raul.
É uma tristeza, isto, sem o Raul Solnado. E fica um bocado mais difícil fazermos o favor de ser felizes.

Já esta semana tinha morrido o argumentista e realizador John Hughes, que não foi um cineasta daqueles absolutamente imprescindíveis, mas que há muitos anos fez The Breakfast Club, um filme esse sim de tal modo imprescindível que não há ninguém da geração dos anos oitenta que não possa contar-se através dele.