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tv, robson
rosas
innersmile
De repente, quando eu tinha praticamente deixado de ver televisão, a RTP, através do canal 2, faz uma contra-ofensiva particularmente insidiosa. Começou com o Dexter, cuja segunda temporada está a passar às quartas-feiras. Pelo que tenho visto parece-me menos empolgante do que a primeira temporada, mas a um serial-killer que trabalha na polícia damos sempre o benefício da dúvida.
Entretanto esta semana começou a transmissão de 30 Rock, a série de Tina Fey, e que, a avaliar pelos episódios já transmitidos, deve ser das melhores sit-coms dos últimos tempos. Eu pelo menos parto-me a rir, sobretudo com o Jake, a personagem do Alec Baldwin, que é o meu preferido. O único inconveniente é que passa todos os dias úteis, o que me obriga a esperar até às onze e meia.
Já esta noite vi o segundo episódio de Mad Men, uma série dramática passada em 1960 e cuja trama se centra numa agência de publicidade e nos seus profissionais. Li algures que a produção está de alguma maneira ligada aos autores dos Sopranos, não sei se os mesmos produtores ou argumentistas. A série é visualmente impressionante, e está muito bem escrita (aliás como acontece com 30 Rock).

Não tem nada a ver, mas é preciso registar a notícia do falecimento de Bobby Robson, grande treinador e um príncipe do futebol. Robson teve uma passagem pelo Sporting, o que foi prestigiante para o clube, mas foi despedido de forma intempestiva e indigna por Sousa Cintra (que de resto o tinha contratado em primeiro lugar). Bobby Robson era um senhor, um símbolo daquilo que há de mais nobre e entusiasmante no futebol, e que sempre foi o exemplo e a memória da razão pela qual o futebol é, ou era, um desporto de cavalheiros.

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