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na guatemala.5
rosas
innersmile
7.4.09
Em Tikal, no Jungle Lodge.
Acordámos às 4 da manhã, para apanhar o avião, um ATR 42, que me fez lembrar os Frindship da minha infância. No aeroporto, com um ar vagamente abandonado, dois Dakotas, os velhinhos Douglas DC-3, do tempo da Segunda Guerra Mundial, e onde eu cheguei a fazer uma viagem, acompanhando a minha avó, entre Lourenço Marques e Nampula, com escalas na Beira, Tete e Quelimane. A viagem para Flores foi rápida e, como normalmente acontece neste voos de aviões de pequenas dimensões, divertida, porque se tem muito mais a noção de estar a voar.

Logo à chegada ao parque de Tikal, por volta das 10 horas, saímos para um tour pelas ruínas arqueológicas da cidade de Tikal, que durou 5 horas, de caminhadas pela selva e subidas às torres das pirâmides. Fiquei muito impressionado com este conjunto arqueológico. De uma das pirâmides a que subimos, a torre IV, avista-se a floresta por cima, um manto interminável e luxuriante de verde, e de onde saem os topos de outros monumentos da cidade. É uma daquelas imagens que já vimos muitas vezes, mas isso não atenua o impacto e a emoção de as ver ao vivo.
Claro que me vi aflito para conseguir aguentar a caminhada, e pelo menos numa das torres, a escada era suficientemente íngreme para eu conseguir subir mais à força de braços do que de pernas. Ia mandando um espalho monumental, se não fosse ter chocado com um dos companheiros de viagem que, desse modo inadvertido, me amparou e impediu de cair.

O fim da tarde foi passado na esplanada à beira da piscina, a ouvir os pássaros e os macacos roncadores, enquanto a lua subia devagarinho por entre as ramagens das árvores. Claro, num lugar como este e numa ocasião como esta, só há uma única coisa sensata a fazer: beber gin tonics.













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