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oscar night
rosas
innersmile
Sim senhor, bela noite dos Oscars, com um Hugh Jackman a surpreender com o seu song and dance e com a boa pinta do seu sotaque australiano. O número de entrada foi engraçado e imaginativo, mas do que gostei mesmo foi da homenagem ao musical, ou não tivesse sido encenada por Mr. Baz Luhrman himself. Também gostei do esquema do grupo de 5 ex-vencedores do prémio no anúncio dos Oscars de representação, acho que resultou em homenagens bonitas a todos os nomeados, e não apenas aos vencedores.

Apesar de eu ser fã dos oscars, acho sobretudo graça ao espectáculo, à oportunidade ver os actores ali todos bem vestidinhos, à celebração do cinema made in Hollywood. Normalmente não tenho preferidos e não costumo ficar surpreendido com as escolhas, e muito menos desiludido. Ganhar este em vez daquele filme é um bocado indiferente. Não preciso que os Oscars vindiquem o meu gosto, porque o gosto, como se sabe, é sempre muito relativo, e as razões porque gostamos muito de um filme têm sempre mais a ver connosco do que com o próprio filme. Mas devo dizer que ontem fiquei muito contente com a vitória do Sean Penn (e já agora com a do argumento original de Milk) e com os dois Oscars que o A.R. Rahman ganhou com a banda sonora e com a melhor canção, ambos de Slumdog Millionaire.

Quanto ao resto, tudo bem. Quer dizer, gosto muito da Meryl Streep, mas não sei se posso dizer que preferia que ela tivesse ganho em vez da Kate Winslet, é tudo a mesma coisa. E La Winslet tem um delicioso sotaque britânico, parece a Julie Andrews a falar. Também fiquei contente com a Penelope, e tenho pena que o casal BrAngelina tenham ido de mãos a abanar para casa; mas não podem ganhar todos e um casal tão sexy de certeza que não ficou com as mãos a abanar durante muito tempo. A ida ao palco mais bonita, na minha opinião, foi a do Phillipe Petit, a estrela do documentário premiado, Man On Wire, que aproveitou para fazer um truque de magia. É o que se chama, para terminar com um cliché clássico e muito 'à propos', a verdadeira magia do espectáculo. E pronto, para o ano há mais.
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