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pufrock
rosas
innersmile
LET us go then, you and I,
When the evening is spread out against the sky
Like a patient etherised upon a table;
Let us go, through certain half-deserted streets,
The muttering retreats
Of restless nights in one-night cheap hotels
And sawdust restaurants with oyster-shells




In the room the women come and go
Talking of Michelangelo.




And indeed there will be time
To wonder, "Do I dare?" and, "Do I dare?"




Do I dare
Disturb the universe?
In a minute there is time
For decisions and revisions which a minute will reverse.




Have known the evenings, mornings, afternoons,
I have measured out my life with coffee spoons




I grow old... I grow old...
I shall wear the bottoms of my trousers rolled.




Shall I part my hair behind? Do I dare to eat a peach?
I shall wear white flannel trousers, and walk upon the beach.
I have heard the mermaids singing, each to each.

I do not think that they will sing to me.




We have lingered in the chambers of the sea
By sea-girls wreathed with seaweed red and brown
Till human voices wake us, and we drown.




Lembrei-me, a propósito de uma das obras de Juan Muñoz, de uma das passagens do poema The Love Song of J. Alfred Pufrock, que foi um dos primeiros, talvez mesmo o primeiro, poema que aprendi do T. S. Eliot. De resto, uma das obras em exposição cita directamente um poema de Eliot, não este mas talvez o seu mais famoso poema, The Wasteland.
Como tinha feito, com o telemóvel, umas fotos e uns clips na exposição, lembrei-me de os juntar a excertos do poema de Eliot, que é demasiado grande para o transcrever na sua totalidade. No entanto se alguém tiver curiosidade, o texto integral do poema está neste link: bartleby.com. Há pelo menos uma versão em português, em edição bilingue, publicada pela Assírio & Alvim, com tradução de João Almeida Flor. Na net encontram-se algumas versões em português do poema, todas elas, pelo que me pareceu, em tradução brasileira.