?

Log in

No account? Create an account

duro
rosas
innersmile
DURO

O quarto está completamente às escuras. Ao contrário do que é habitual, corri o estore e a raríssima luz que chega do corredor não permite mais do que adivinhar a mancha dos corpos. O Nuno está deitado de barriga para baixo e eu estou deitado em cima dele. As minhas coxas sobre as suas coxas, a minha pélvis colada ao seu rabo, a minha pila murcha entre as suas nádegas, o meu peito sobre as suas costas, os meus braços sobre os seus braços, e rodeando a cabeça, o cabelo cortado muito curto a roçar-me a face. Passado algum tempo, eu deslizo para o seu lado, e fico deitado sobre o flanco esquerdo, adivinhando a silhueta do seu corpo. Tacteando com a polpa dos dedos, o Nuno começa a descer ao longo do meu corpo, até se aninhar junto às minhas pernas. Abocanha-me o pénis e começa a chupar, enquanto as mãos vão-me tacteando o escroto, o ânus, as coxas, as nádegas. Fico duro num instante. A boca e as mãos do Nuno vão trabalhando o meu pau, num jogo de manipulações que não identifico, mas que me põe rapidamente em transe sensorial. Começo a masturbar-me, sem tirar por completo de dentro da boca do Nuno, que me vai chupando e lambendo a glande e os dedos. Começo a gemer e venho-me. Sinto ainda a boca do Nuno no meu pau sensível, e a chupar-me os dedos. Depois iça-se até junto do meu rosto e beija-me. Diz: «Agora que já te bebi podemos ser namorados». Pede-me para acender a luz. Eu continuo deitado sobre o flanco e o Nuno senta-se na borda da cama, de costas para mim, e masturba-se, a cabeça deitada para trás, a boca aberta, gemendo mais com desejo do que com prazer. Eu olho para o relógio, são quase quatro e meia da manhã, e daqui a pouco mais de duas horas vou ter de me levantar para ir trabalhar.
Tags: