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as árvores
rosas
innersmile
Cada ano, as árvores no passeio fronteiro à esplanada estão maiores. As copas mais frondosas, já fazem sombra. Lembro-me, há dois ou três verões, destas árvores serem fininhas e despidas, frágeis como tudo o que é novo e vem para a vida. Agora, quando as olho aqui do plano baixo da minha cadeira na esplanada (os cubos de gelo tilintando no vidro fino do copo) vejo-as orgulhosas, a ganhar corpo. À espera da manhã, do sol. Contando as estações e os dias, árvores de um tempo quando eu for velho.
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