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são pedro de moel, 3
rosas
innersmile
4.7.08 (na verdade, já 5.7)

São quatro da manhã da última noite de férias em São Pedro de Moel. Daqui a pouco é manhã e regressamos a casa. Dormi das onze às duas e meia e tenho estado a ler (comecei um livro da Patricia Highsmith). Há pouco levantei-me e fui abrir a janela, para ouvir o mar. O mar e o sossego silencioso das ruas a esta hora. De súbito, do passadiço de madeira que corre as arribas e que termina aqui no largo fronteiro ao hotel, saem a correr, em passo de jogging, duas figuras, um rapaz e uma rapariga, ela com o cabelo apanhado num rabo-de-cavalo que saltita ao ritmo da corrida.

O jantar foi no Brisa Mar. O ano passado já tinha gostado muito do restaurante, tinha comido Arroz do Mar, e este ano a coisa repetiu-se desta vez com Arroz de Polvo e com Robalo à Marinheiro. Quando nos trouxe a ementa, o jovem que serve às mesas, e que suponho seja dono ou filho do dono do restaurante, disse que nos estava a reconhecer, que tínhamos estado no restaurante há um ano, e até se lembrava em que mesa tínhamos ficado.
Ontem jantámos no hotel, que é o jantar com o mais deslumbrante pôr-do-sol que se possa imaginar, mesmo em frente às rasgadas janelas do restaurante. Na realidade nem são bem janelas, é uma enorme parede em vidro toda aberta a ocidente, mesmo por cima do mar.
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