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trust the man
rosas
innersmile
Fui ontem ver aos cinemas Trust The Man, um filme de Brad Freundlich, com o David Duchovny, a Julianne Moore, a Maggie Gyllenhaal e o Billy Crudup. Trata-se de uma comédia passada em Nova Iorque sobre as dificuldades de relacionamento de dois casais. O cenário nova-iorquino é importante, porque o filme propõe um toque de neurose urbana (não faltam os psicoterapeutas), outro de sofisticação e linhas de diálogo brilhantes, isto, claro, entre flirts, traições, medos de compromisso, seduções, e tutti quanti. Familiar? Claro, o Woody Allen anda a fazer esse filme há 30 anos. E o problema deste filme de Freundlich (que, segundo li algures, é marido da sempre bela e interessante Moore) é que não tem nada de muito novo ou diferente para oferecer, antes pelo contrário, arredonda os ângulos mais radicais de forma a que o filme caia bem nas audiências dos multiplexes. Fraquinho, como diria o paquete Oliveira, apesar de se ver bem, e de os quatro actores principais terem trabalhos felizes.
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rosas
innersmile
Peguei, há poucos minutos, num livro para o começar a ler. As palavras iniciais eram estas: "Naquele dia, véspera de São João (...)" Ou seja, exactamente como hoje. Acho que é a primeira vez que isto me acontece.