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la traviata
rosas
innersmile
Mais uma oportunidade de assistir ao vivo a uma ópera, cortesia das companhias russas que nos últimos anos têm trazido em digressão espectáculos de ópera e ballet. Desta vez foi a Ópera Estatal de Ekaterinburg (a quinta maior cidade russa, situada nos Urais), com La Traviata, de G. Verdi.
Assistir a um espectáculo de ópera ao vivo é sempre uma experiência excitante, aquilo é tudo grandioso, muito barulho, muita gente, muita luz. Apesar das três horas de duração, não há um momento aborrecido, é sempre a abrir.
E a Traviata tem a vantagem de ser uma das óperas mais populares, pelo que, além de ser fácil seguir a história (basicamente, a Dama das Camélias, de Alexandre Dumas), tem muitas árias conhecidas o que torna a coisa ainda mais agradável. Entre elas a lindíssima Sempre Libera – neste link uma gravação desta ária, só som, sem registo de imagem, por Maria Callas e Alfredo Kraus no Teatro Nacional de São Carlos, Lisboa, em 1958.


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