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the da vinci code
rosas
innersmile
Quem já viu filmes do Ron Howard sabe o que esperar deste The Da Vinci Code: competência e academicismo. O enredo do filme é, como não poderia deixar de ser, fiel ao do livro, e parece que não ter outra ambição do que ser mais uma variante de marketing: já havia o Código Da Vinci Ilustrado, o Código Da Vinci Contado âs Crianças, agora há também o Código Da Vinci em Filme. Claro que se vê bem, é 'entertaining' (embora por vezes um bocadinho sonolento. Ou então era eu...), mas sofre de um mal terrível: já sabemos como a história acaba. Se o livro de Dan Brown conseguia gerir com eficácia o segredo, o filme à partida sofre desse handicap, o que baixa o nível de intriga e suspense para a nulidade. Assim sendo, o principal interesse do filme resume-se mesmo a essa característica de ser uma ilustração da história, de querermos saber como é que é o criptex, qual era o aspecto do Sauniére a fazer de homem de Vitrúvio, como foi a parte da fuga do Banco de Zurique que eu não tinha percebido bem no livro, enfim, esse tipo de coisas.

edit: no filme de Howard (não me lembro se havia referências a isto no livro) aparecem sempre umas jarrinhas de alabastro com rosas a assinalar o culto e o túmulo de Maria Madalena. Aha, tenho em casa duas jarrinhas exactamente iguais às que aparecem no filme. Escusado será dizer que já escavaquei as paredes e o chão cá de casa à procura do dito. Por enquanto ainda sem resultados, mas não desisto com facilidade. Bom, volto para a picareta.
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