?

Log in

No account? Create an account

domingo no porto
rosas
innersmile
Hoje estavam todos no Porto: uns para ver o futebol clube do dito, outros a pantera do Bessa, mais os benfiquistas campeões, e os vizinhos da Briosa. E eu, que fui a Serralves ver três exposições: Paulo Nozolino (com a presença do próprio que andava a passear por lá, julgo que a dar entrevistas), espaços de exposição de Siza Vieira (com muitas maquetes, que me provocam sempre um entusiasmo lúdico quase infantil) e A Rua de Ana Jota, na Casa (já tinha saudades de entrar na Casa, que é tão linda e luminosa). Depois, pelo meio dos milhares de adeptos do Benfica e do Boavista, consegui ir ao Nun'Álvares, que quem conhece sabe que fica perigosamente próximo do Bessa, ver Mondovino, um documentário delicioso que comentarei especificamente. Depois do filme, e quando os adeptos já estavam todos nos estádios, uma rapidinha à Casa da Música que se saldou em dois bilhetes para espectáculos próximos: Andreas Scholl (uáu!, como diria a amiga Olga que também era do Porto; achei que já devia estar esgotado - AS é AS, provavelmente o maior contratenor do mundo, e fiquei felicíssimo quando o tipo da bilheteira me disse que ainda havia bilhetes, ok, nas últimas filas, mas quand méme) e Khaled. O regresso fez-se por Espinho, para jantar na Casa Marreta com vista para o mar e o pôr do sol, a comer ameijoas à Bulhão Pato e filetes de polvo com arroz do mesmo.
De manhã, quando saí de casa, passou-me pela cabeça que não me apetecia ir. Talvez por isso, o dia soube ainda melhor, e, talvez por já lá não ir há uns tempos valentes, ou do esplendoroso e justo dia de Primavera, achei o Porto mais bonito e arrumado.