December 23rd, 2004

rosas

anagramas

Cortesia do grande gasparhernandez, uma lista de anagramas para 'innersmile':

Sir Lenin me
Miner lines
Risen 'n' mile
Line miners
Liners in me
Merlin sine
Slim 'n' Ernie
Slim 'n' Irene
Elmer in sin
Inner slime
Nine Mr lies
I, Mr Nielsen

Não descartando a possibilidade fantástica de 'inner slime', com uma pequeníssima alteração encontra-se um anagrama tão perfeito para o innersmile que quase poderia ser um alter-nick: MR. NINE LIES!
rosas

concertos 2004

A gripe maldita na semana passada impediu-me de fechar com chave de ouro a época de concertos de 2004 (é verdade, tinha um bilhete para o Sérgio Godinho que ofereci à última hora). De qualquer maneira, foi um bom ano de concertos:

Janeiro:
- Maria Rita (CAE, Figueira da Foz)

Fevereiro:
- Mísia (Gil Vicente)

Março:
- Camané (Gil Vicente)
- Nobody’s Bizness (Santiago Alquimista, Lisboa)

Abril:
- Kraftwerk (Coliseu Lsboa)
- Ney Matogrosso (Canecão, Rio de Janeiro)

Maio:
- José Mário Branco (Coliseu, Lisboa)
- Elvis Costello (CAE, Figueira da Foz)
- Vera Mantero, com Nuno Vieira Almeida (CAE, Figueira da Foz)

Julho:
- Timbila Muzimba, com convidado especial Júlio Pereira (Gil Vicente)
- Lhasa (Gil Vicente)
- Vladimir Viardo (Gil Vicente)
- Orquestra Gulbenkian, Maestro Yu Feng (Gil Vicente)

Setembro:
- Charles Lloyd (CAE, Figueira da Foz)
- Filipe Melo, Trio (CAE, Figueira da Foz)
- Rodrigo Gonçalves, Quinteto (CAE, Figueira da Foz)
- Frank Morgan (CAE, Figueira da Foz)
- Madonna (Pavilhão Atlântico, Lisboa)
- Clã (Soure)

Novembro:
- Rufus Wainright (Aula Magna, Lisboa)

Dezembro:
- Kimmo Pohjonen (Gil Vicente)
- Bernardo Sassetti (Gil Vicente)
- Will Holshouser Trio (Gil Vicente)
- Katia Guerreiro (CAE, Figueira da Foz)

Nada mau! Um dos grandes luxos do ano foi indubitavelmente ir ao Canecão, no Rio, e logo para assistir ao show do Ney. Interessante ainda a variedade de estilos musicais que tive a possibilidade de assistir ao vivo: dois de música popular brasileira, três de fado (em dois deles, com a guitarra fantástica do José Manuel Neto), e mais outros três de outros artistas nacionais, dois concertos de musica clássica, seis de jazz, três da chamada ‘world music’, um de blues e quatro da área do rock/pop. Importante ainda referir que de vinte e quatro concertos, dezasseis aconteceram no Gil Vicente (oito) e no CAE da Figueira; já houve uma época em que era habitual queixarmo-nos de que em Coimbra nunca acontecia nada, mas parece que as coisas estão a mudar, ou pelo menos esperemos que estejam.
Foram de um modo geral concertos muito bons. Mas de todos, houve uma mão-cheia de concertos verdadeiramente memoráveis, daqueles que são tão bons e tão enriquecedores que mudam a nossa percepção do mundo: o do Elvis Costello, o do Rufus, o da Lhasa, o do Vladimir Viardo, o do Charles Lloyd. Mas, de todos, o ‘meu’ concerto do ano, aquele que mais me comoveu e transportou para aquela dimensão maior e abstracta que só a música é capaz de desvendar, foi mesmo o do Bernardo Sassetti!