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querido diário
rosas
innersmile
Ontem fui nadar. Pela segunda vez este ano. Quer dizer, desde Outubro, quando recomeçou a natação. Entretanto, desde Julho, que foi a última vez que nadei, aumentei de peso. Atingi a marca maldita, ou seja entrei nos três dígitos! Que trauma. Conclusão: quase quatro meses sem nadar e mais uns quantos quilos em cima, foi uma vergonha. Nos primeiros cem metros, a coisa ainda parecia ir bem, levezinho, bracinhos lá prá frente, fiu-fiu-fiiiuuu, mas depois foi uma desgraça, tinha de parar a cada cinquenta metros para meter ar. Completamente exausto. A professora deu-me um treino de novecentos e cinquenta metros, e mesmo assim vi-me aflito para conseguir terminar (claro que, como sou um tipo orgulhoso, fiz mais cinquenta para arredondar para um número decente). E claro que embarretei no batimento de pernas, com a minha técnica de por cada duas pernadas dar um impulso na corda com a mão, mas isso não conta porque mesmo quando estou em forma aldrabo nas pernas. Entretanto, com a ida à piscina, hoje foi uma desgraça com a rinite, toda assanhada. As minhas narinas pareciam as cataratas de Iguaçu, só que com um volume de queda de água maior porque as cataratas estão em período de seca. Agora vivo este dilema, verdadeiramente existencial: deixo de respirar porque os meus seios nasais se transformam numa imensa infecção purulenta e latejante (ok, eu paro) ou deixo de respirar porque os meus pulmões se asfixiam por entre as banhas imensas?