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48 horas
rosas
innersmile
Não estive sequer 48 horas na Ilha da Madeira. Acho que foi a minha viagem mais rápida de sempre! Quer dizer, viagem que implica ter de ir de avião. Foi cansativo, mas valeu a pena. Adorei a minha nova afilhada (que só conheci no dia do baptizado, como nos casamentos indianos!), que é muito bonita, simpática e passou o fim de semana a fazer-me um charme imenso.

Do ponto de vista 'religioso' tudo correu bem. E tinha começado muito mal, com o padre da "minha" paróquia a recusar-se a passar um papel qualquer que é preciso para se ser padrinho, com a justificação de que é padre na paróquia há 30 anos e nunca me tinha lá visto. Eu, claro, podia ter argumentado que já lá fui a três ou quatro casamentos e a vários funerais, mas achei que tudo acabava mais depressa se eu ficasse calado. A conversa acabou com ele a dizer para eu ir a umas reuniões que depois logo se via. Como eu não gosto de reuniões sem agenda, claro que não fui lá mais. O meu primo lá falou com o padre no Funchal, que aceitou eu ser padrinho mesmo sem 'credenciais'.
Havia umas partes na cerimónia do baptizado em que nós, os pais e os padrinhos, tínhamos de dizer umas coisas, mas como o padre era um tipo porreiro, ele dizia logo o que é que nós tínhamos de responder! Assim sim. A minha parte preferida foi quando o padre perguntou se nós renunciávamos ao Santanás, e eu aclarei a garganta e respondi projectando a voz: 'sim, renuncio'. Foi um momento tocante.