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Achava que já o tinha posto aqui no innersmile, mas afinal parece que a única coisa que apareceu foram os dois versos iniciais, num alfabeto que fiz uma vez, e em cujas escolhas me revi, agora que o reli. O seu único defeito é que só devia ser constituído por versos, sem os nomes dos poetas; o problema é que o início do alfabeto foi mesmo a primeira entrada: A como Al Berto, e custava-me, custa ainda, retirar essa frase, uma vez que foi a génese.
Mas voltando ao caso, adoro este poema do W.B. Yeats. É um dos meus preferidos. Acho que a primeira vez que o ouvi foi num filme, mas já não me lembro se foi mesmo assim, e, se foi esse o caso, em que filme. Mas entrou logo para a galeria dos 'meus poemas', aqueles cujos versos me estão sempre a vir à cabeça, a propósito das mais prosaicas circunstâncias do dia a dia.
O innersmile já estava com saudades de poemas assim, deste calibre, coisas que, nem de propósito, têm asas. E que são, afinal, aquilo que o tornam mais respirável. Este intitula-se AN IRISH AIRMAN FORESEES HIS DEATH

I know that I shall meet my fate
Somewhere among the clouds above;
Those that I fight I do not hate
Those that I guard I do not love;
My country is Kiltartan Cross,
My countrymen Kiltartan’s poor,
No likely end could bring them loss
Or leave them happier than before.
Nor law, nor duty bade me fight,
Nor public man, nor cheering crowds,
A lonely impulse of delight
Drove to this tumult in the clouds;
I balanced all, brought all to mind,
The years to come seemed waste of breath,
A waste of breath the years behind
In balance with this life, this death.

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As jibóias do Casino, em vez de escamas usam lantejoulas. E no lugar da língua bífida, têm uma boquilha.