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libera la mente
rosas
innersmile
No Retorta, cultiva-se a memória de uma certa rádio. Os radio days, em que nós crescemos a aprender da rádio. No tempo em que não se faziam downloads da net, gravavam-se cassetes de programas de rádio, por vezes com captação de som directa, ou seja, o micro do gravador de cassetes a apontar para as colunas da aparelhagem, e concentrados para a campainha da porta não tocar ou o cão não desatar a ladrar. Depois, como não se conseguiam descarregar as capas da net, cortávamos fotografias do se7e para fazer as capas das cassetes.
Por isso, também dizemos que a rádio era livre. Porque nos libertava, alargando, a mente. Mas também era livre porque obedecia a outras lógicas que não exclusivamente as dos mercados, publicitários ou discográficos.
Há estações de rádio que vão fechando. Rádios que, na maior parte dos casos, não conheço porque as ondas não chegam à província. O espectro das frequências fica cada vez mais espectral.

Desses tempos gloriosos da rádio, ficam-nos as canções, como os barcos encalhados nas dunas da Costa dos Esqueletos, na Namíbia. Ao ler as entradas no Retorta, veio-me logo à lembrança uma canção desses dias da rádio, do Eugenio Finardi, um italiano que acho que chegou a passar por uma festa do Avante. Uma das canções do álbum Sugo era esta LA RADIO.

Quando sono solo in casa e solo devo restare
per finire un lavoro o perché ho il raffreddore
c'è qualcosa di molto facile che io posso fare
accendere la radio e mettermi ad ascoltare

Amo la radio perché arriva dalla gente
entra nelle case e ci parla direttamente
se una radio è libera ma libera veramente
piace anche di più perché libera la mente

Con la radio si può scrivere leggere o cucinare
non c'è da stare immobili seduti a guardare
forse è proprio quello che me la fa preferire
è che con la radio non si smette di pensare

Amo la radio perché arriva dalla gente
entra nelle case e ci parla direttamente
se una radio è libera ma libera veramente
piace anche di più perché libera la mente
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rosas
innersmile
Na edição de Fevereiro da Attitude, um leitor da revista questiona o actor Antony Sher sobre se ele acha que ainda são necessários os eventos ligados ao gay pride. Responde o actor:
"Yes. I go back to being that boy in South Africa growing up gay with absolutely no examples of gay life being good or ordinary or something that you could do, but just something that was awful, disgusting, hidden away. In my youth if I had been able to see people walking down the street celebrating being gay in however outrageous or silly a way, the permission that would have given me would have been overwhelming. I would have been spared so many years of torture, self.hatred and the mess that I went through because I couldn't see examples of gay life being okay. I think its wonderful that people can walk through the streets and celebrate being gay."