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(no subject)
rosas
innersmile
Ontem as viagens de automóvel foram sempre ao som de Como Sempre... Como Dantes, do Camané. Já aqui falei deste magnífico disco ao vivo, por isso não vale a pena ‘chover no molhado’. Mas é preciso dar conta, as vezes que forem precisas, desse momento de arrepio e comoção que é o Fado da Sina, particularmente quando a voz de Camané atravessa o silêncio para dizer: “E cuja luz / Aos pés da cruz / Já se apagou // Não podes fugir.”.

A minha mãe realçou o importante nas diferenças entre a versão de Camané e a da Hermínia Silva. Enquanto a da Hermínia é fria, cortante, metálica, a do Camané é quente e sofrida. Ou seja, enquanto Hermínia canta o fado na segunda pessoa do imperativo (“sofre”), Camané canta-o na primeira pessoa do singular do presente do indicativo (“sofro”). Continua é a ser muito difícil dizer qual delas a mais poderosa.
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crocodile rock
rosas
innersmile
O fim de semana futebolístico provou o que todos suspeitávamos: as lágrimas da semana passada foram de crocodilo.
Estou particularmente desgostoso. Um dos orgulhos em ser sportinguista, é o Sporting ser, nem sempre mas quase sempre, um clube de cavalheiros. Ora, da troca de galhardetes no final do jogo com o Porto, fica a amarga suspeita que muitas dessas lágrimas foram dos dirigentes sportinguistas.