August 10th, 2002

rosas

Stuart Little #2

Fui com o Gustavo ver o Stuart Little #2; como, mal o rato apareceu pela primeira vez, o Gustavo disse ao meu lado "Oh tão querido", eu naturalmente gostei do filme!
No fim do filme, passámos em frente a um quiosque; ele, como é hábito montra sim montra não, parou e começou a chamar-me para me mostrar uma coisa. Não liguei e ele lá veio ter comigo. Minutos depois, perguntou se me podia dizer um segredo: "Sabes porque é que te chamei? É que estavam ali umas revistas que na capa têm umas moças com as mamas de fora"!!! Como é se consegue reagir a isto sem perder a compostura? Ora, perguntado de volta "e eram giras?"

Entre o Pingo Doce e a Peixaria, dois cd's (anda-me novamente a apetecer ouvir jazz, muito jazz: dá-me a dose equilibrada de exaltação a tranquilidade que preciso de contrapor ao meu quotidiano cinzento e voraz): Jim Tomlinson, Brazilian Sketches (que ouço neste momento, e que é um jazz bossa nova sem espinhas, cool e etéreo como... pois, como uma canção de Jobim), e que eu só conhecia por ser a cara-metade (na vida e na música) da Stacey Kent; e o cd da série Ken Burns Jazz dedicada a Thelonious Monk (de quem ainda gira na minha playlist um solo que comprei há dias; cada vez gosto mais de Monk. Que digo?!, cada vez preciso mais de Monk