July 24th, 2002

rosas

radiohead: concerto

O dia ontem começou mal (muito mal), mas foi-se compondo ao longo do dia. Começou-se a compor na FNAC do Chiado, onde comprei dois livros (antologia poética de Francisco Quevedo, com tradução de José Bento, e o espectacular Sr. Valery, do Gonçalo M. Tavares), um dvd (Brother, do Kitano; vi à venda o Shower, e estou arrependido de não ter comprado, mas era caríssimo, porque era import; vou ter de o encomendar directamente) e dois cd's (um solo do Monk e uma lady do jazz que eu não conhecia: Christine Hitt; ouvi o Dream a Little Dream of Me no posto de escuta e fui a correr para a a caixa!)
Depois melhorou no Haggen-Dazs Café!
Depois melhorou mais, porque estive a falar através de uma web-cam com amigos que vivem no Canadá e com quem eu não falava desde que lá fui visitá-los, há 4 anos!
Finalmente, melhorou imenso no Coliseu dos Recreios, a partir das 10 da noite, onde vi um dos concertos da minha vida. Francamente, nem as minhas melhores expectativas me poderiam ter preparado para o nível de qualidade da performance dos Radiohead. Tudo bom: as guitarras, as canções novas, a qualidade do som, o público, a simpatia da banda.

Ainda não sei, porque ainda está a decorrer a esta hora, como correu a angiografia.
Ontem, "despejei" para aqui uma sensação de terrivel mal-estar que estava a sentir de manhã. É coisa que não me "puxa" muito para fazer, nem costumo fazer; o Lj, como já tenho dito, não é para mim um lugar de desabafos mais ou menos confessionais.. Mas hoje, quando aqui cheguei e li as coisas que alguns de vós escreveram, fiquei, como diz o poeta, "comovido e mudo". Um abraço.