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Ice Age + The Sweetest Thing
rosas
innersmile
Dois filmes ontem: à tarde, A Idade do Gelo, com o Gugas, e, na sessão da meia-noite, The Sweetest Thing. Pouco a dizer acerca de ambos: A Idade do Gelo insere-se no filão recente dos filmes-para-crianças-com-argumentos-divertidos-enough-para-os-pais-gostarem. A Coisa Mais Doce (todos de acordo se estamos a falar da Cameron Diaz) é uma comédia relativamente eficaz, com alguns momentos hilariantes, apesar de se inserir num tipo de humor, já não tanto brejeiro, mas mais um pouco boçal, que, pelos vistos, transbordou das comédias para adolescentes para os filmes para os twentysomethings. Tudo certo, no harm done.

Assim como há pessoas que estão destinadas a encontrarem-se, haverá outras que se cruzam mas estão destinadas a não se encontrarem. E, como sempre acontece, os sinais estão todos lá, é preciso é saber lê-los. Não é bem uma questão de fatalismo, é antes interpretar aqueles indícios mais ou menos subtis que nos dizem que há qualquer coisa que não funciona, se não na pessoa, pelo menos na coincidência do encontro. E tentar perceber o que nos atrai para uma pessoa e o que nos afasta dela. Tudo isto, claro, a propósito do que se passou (ou, mais exactamente, do que não se passou) na sexta-feita à noite. E o pior é que parece que eu sei que me devo afastar, mas a atracção da chama, ainda que efémera, é, parece que também o sei, irresistível. Mas talvez o que mais me tenha incomodado na conversa tenha sido o facto quase despercebido, de me terem atirado à tromba uma das minhas big time contradições.
Wtf..
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