July 31st, 2001

rosas

X-Ray Spex+Acupunctura

Grande parte do dia a explorar o livejournal, e a tentar começar a perceber como é que isto funciona.
Recebi da Amazon o CD dos X-Ray Spex que tinha encomendado na sexta-feira. Encontrei, numa entrada antiga do meu diário, uma referência a esse álbum, arrisquei ir espreitar à Amazon, havia, e encomendei-o num impulso. O disco tem perto de 25 anos. Durante muito tempo, tinha-o aí numa cassete muito manhosa, até que acabei por a perder. Foi uma frescura ouvi-lo tanto tempo depois. Certo que é um pouco datado, mas a energia crua e pura do punk rock ainda está lá toda. E a Poly Styrene nunca deixou de ser uma das minhas heroínas.
Fui ao segundo tratamento de acupunctura. Por enquanto ainda não sinto quaisquer resultados, mas não perdi a esperança ;). A acreditar no que se diz por aí, a técnica das agulhas é particularmente eficaz neste tipo de problemas musculares, de modo que estou decidido a dar à medicina tradicional chinesa uma hipótese. Há nesta história da acupunctura uma série de ironias. A menor delas não será, concerteza, o meu terror fóbico às agulhas. Que, diga-se de passagem, permanece intacto. Cada vez que a terapeuta se aproxima com uma agulha (e elas são às dezenas...) eu sinto-me estremecer, literalmente, de medo.
Agora, a parte verdadeiramente divertida, é que me chamaram para um gabinete onde havia mais do que uma marquesa, e para uma das outras, chamaram um tipo que se não é anão (not that there's anything wrong with it, obrigado Seinfeld) é, pelo menos, da altura de um anão. Ou seja, eu, do alto do meu metro e oitenta e picos e outro tipo que nao devia ter muito mais de um metro. Visto de fora devia fazer um efeito interessante. Nomeadamente visto pela câmara de um Tati
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    X-Ray Spex: Germfree Adolescents
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