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innersmile
18. KING COBRA, de Justin Kelly. Com Christian Slater e James Franco. Quer ser um thriller “Sundance” , passado no meio da indústria da pornografia gay norte-americana, mas tem pouco ritmo e densidade. ***

19. ROLLING THUNDER REVUE: A Story of Bob Dylan, de Martin Scorsese. Baseado em filmagens reais feitas durante uma digressão de BD em 1975, Scorsese constrói uma espécie de falso documentário, misturando testemunhos reais co outros ficcionais. O melhor do filme são mesmo as sequências dos concertos e as canções de Dylan. ****

20. MISTERY MURDER, de Kyle Newacheck. Com Adam Sandler e Jennifer Aston. Fraco, muito fraquinho, apesar do mérito de recuperar um género que caiu em desuso, a comédia policial, de mistério, nomeadamente as versões para cinema dos livros de Agatha Christie. ***

21. DUMBO, de Tim Burton. Com Colin Farrell, Michael Keaton e Danny DeVito. Longe do Burton Vintage que conhecemos de antigamente, tem, todavia, as marcas autorais reconhecíveis, nomeadamente na forma e na perspectiva com que aborda uma das clássicas criações da Disney. ****

22. OUT OF AFRICA, de Sidney Polack. Com Meryl Streep e Robert Redford. Um dos meus filmes preferidos. Já vi dezenas de vezes e continuo sempre a sentir um nó na garganta quando, no final, Karen é convidada a beber um whisky no clube exclusivo. *****

23. RED JOAN, de Trevor Nunn. Com Judy Dench. Tanto desperdício, que pena. Uma história de espiões verdadeira fantástica. O talento imenso de Dame Judy Dench. Trevor Nunn é um dos encenadores ingleses de primeira classe, foi dirigida por ele a melhor versão que eu vi do musical My Fair Lady, mas esta sua incursão pelo cinema é desastrosamente aborrecida, conseguiu o que pareceria impossível, que foi estragar uma história excitante e interessante. Chato! ***

24. THE TERMINAL, de Steven Spielberg. Com Tom Hanks e Catherine Zeta-Jones. É sempre bom rever este que é um dos meus filmes preferidos de Spielberg. Tom Hanks é, como sempre, o mais James Stewart'iano dos actores actuais. Mas, para mim, a vedeta do filme é o próprio set, o terminal do aeroporto onde decorre praticamente toda narrativa, e que a câmara de Spielberg explora com agilidade e um incrível sentido do espaço.*****

25. BURLESQUE, de Steven Antin. Com Christina Aguilera e Cher. Não há nada pior do que um musical enfadonho. Os melhores momentos foram aqueles em que coreografia fazia lembrar o Bob Fosse. ***
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Nó na garganta

(Anonymous)
O meu momento nó-na-garganta é quando a Karen está a recitar o poema de Housman e não consegue abrir a mão para deitar um punhado de terra sobre o caixão do Denys.
Abraço. João Máximo

"The time you won your town a race"
Belíssimo poema, belíssima cena, sem dúvida.
Mas aquela entrada no clube de uma Karen derrotada pela vida e pelo amor, o respeito por quem perde sem perder a dignidade, matar-me :)

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