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o limerick da bactéria
rosas
innersmile
Havia na Internet um chato de um bestunto
Que um dia desarvorou e deixou de ser assunto
Mas como uma bactéria
Que não deslarga a matéria
Volta e meia que não volta, reaparece o defunto


Há muitos anos que eu não escrevia um limerick. Este é, como todos os outros, um poema supostamente jocoso e com endereço, como devem ser os limericks.

Mas hesitei em pô-lo aqui. Eu sou supersticioso e acredito no karma. Ora, a vida já me tem feito tantas maldades, que eu não quero ser mauzinho e despertar mais bad vibes.

Quero ser bonzinho, e quero sê-lo com toda a gente. Mas há coisas, e situações, e pessoas, que nos fizeram mal e que por isso as deixámos lá atrás, exactamente no lugar onde nos magoaram e do qual nos afastámos em definitivo.

Por isso, sem karma, aqui fica o limerick da bactéria.


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Am I right in remembering that you have some friends or family in Mozambique? If so I sure hope they were spared by the floods.

Thankfully they don't live near the disaster area. My brother died last year, but my sister in law still spends some time in Mozambique.

Que divertido! :) Oxalá as bactérias (literais e metafóricas) não te voltem a perturbar. Beijinhos.

Parafraseando Oscar Wilde, Deus me livre das bactérias literais. Com as metafóricas posso eu bem :)

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