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tarzan, febre
rosas
innersmile
Uma passagem do primeiro volume dos diários de Eugénio Lisboa, que estou a ler, traz-me de volta o nome de Edgar Rice Burroughs, o criador do célebre Tarzan. É engraçado, quando me lembro dos livros e dos escritores que me marcaram, vêm-me sempre à ideia aqueles que me formaram enquanto leitor, na idade adulta. Nunca me lembro dos que me marcaram na infância e na juventude, e desenvolveram em mim o gosto pela leitura.

É uma injustiça nunca referir o nome de Edgar Rice Burroughs na lista dos escritores que foram importantes. O Tarzan foi uma das personagens que de facto me preencheram a infância e até uma certa fase da adolescência. Comecei a ler as aventuras do Tarzan nos livros aos quadradinhos, mas lembro-me muito bem da minha mãe me estimular a ler os próprios livros do escritor. O Tarzan não foi apenas um dos meus heróis dos livros de aventuras, foi também, se bem me lembro, um dos primeiros, se não mesmo o primeiro, símbolo homoerótico que reconheci.



Mudando de tópico, desde ontem que voltei a fazer febre. Estou mesmo desanimado. Ainda não sei se é um nova pielonefrite ou se se trata de um resfriado. Amanhã vou fazer análises e se se confirmar a infecção, vou ter de fazer mais tratamento com antibiótico o que certamente implica internamento no hospital. All I want for christmas? Pois...