"Ainda sou do tempo em que a FNAC apenas se dedicava à comercialização de aparelhos de ar condicionado. Era a Fábrica Nacional de Ar Condicionado. Mais tarde, a marca radicalizou de forma agressiva a sua estratégia empresarial, passando a abrir lojas em centros comerciais, e alargando a gama de equipamentos eléctricos e electrónicos para o lar que comercializa. Uma espécie de Worten para os segmentos A e B. Incidentalmente também vende livros, filmes e discos, mas só por uma questão de prestígio."
Escrevi este texto no facebook durante uma insónia que me deu esta madrugada, e hoje de manhã decidi po-lo aqui, porque me pareceu bem escrito e divertido.
Entretanto, lá no facebook, uma amiga comentou que eu estava nostálgico, e um amigo de longuíssima data e muito próximo, comentou que eu estava a confundir as duas fnacs, a fábrica nacional de ar condicionado, que faliu há muitos anos, e a multinacional francesa de produtos culturais.
Já aqui escrevi que fazer ironia é como deslizar numa superfície de gelo fina e quebradiça. Também se confirma que não é nada boa ideia pormo-nos a escrever coisas no facebook às quatro da manhã.