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ar condicionado
rosas
innersmile
"Ainda sou do tempo em que a FNAC apenas se dedicava à comercialização de aparelhos de ar condicionado. Era a Fábrica Nacional de Ar Condicionado. Mais tarde, a marca radicalizou de forma agressiva a sua estratégia empresarial, passando a abrir lojas em centros comerciais, e alargando a gama de equipamentos eléctricos e electrónicos para o lar que comercializa. Uma espécie de Worten para os segmentos A e B. Incidentalmente também vende livros, filmes e discos, mas só por uma questão de prestígio."

Escrevi este texto no facebook durante uma insónia que me deu esta madrugada, e hoje de manhã decidi po-lo aqui, porque me pareceu bem escrito e divertido.

Entretanto, lá no facebook, uma amiga comentou que eu estava nostálgico, e um amigo de longuíssima data e muito próximo, comentou que eu estava a confundir as duas fnacs, a fábrica nacional de ar condicionado, que faliu há muitos anos, e a multinacional francesa de produtos culturais.

Já aqui escrevi que fazer ironia é como deslizar numa superfície de gelo fina e quebradiça. Também se confirma que não é nada boa ideia pormo-nos a escrever coisas no facebook às quatro da manhã.
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o ponto em comum: insónia. por causa de «Bússola» do Mathias Enard. Estou deslumbrada e quase a terminar.
e por cá (no trabalho) estão sempre a mencionar a FNAC, a do ar-condicionado, não a outra :p

a propósito do livro:
https://www.publico.pt/2016/09/24/culturaipsilon/entrevista/o-orientalismo-e-uma-construcao-do-ocidente-1744517


Do Matias E. só li aquele dos reis e dos elefantes, e gostei muito

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