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dalida
rosas
innersmile
Dalida, o filme, realizado por Lisa Azuelos, tem ao menos a qualidade de deixar o mito mais ou menos incólume, não procurando as habituais explicações de pacotilha freudianas para contar a história da mulher por detrás da diva. Ainda bem que assim é, porque o filme permite-nos revisitar a carreira de Dalida e as peripécias da sua atormentada vida pessoal e afectiva, com o gozo acrescido de nos fazer regressar a um tipo de música e mesmo a uma certa noção do mundo que desapareceu completamente. Perdemos uma certa inocência? Sim, é verdade, e isso faz-nos sentir um pouco nostálgicos. Há muito tempo que não me lembro de um filme em que tanto se morre de amor, mas há na tragédia um certo sortilégio. O que nos faz regressar ao início: sim, é isso de que são feitos os mitos.
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Curioso com o filme Abraço Francisco

Vale a pena ver, Francisco.
Um abraço

Encore des mots, toujours des mots, les mêmes mots, rien que des mots....

Caramels, bonbons et chocolats

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?

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