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inventário II: livros
rosas
innersmile
À semelhança do que fiz no ano passado, agrupo os livros conforme se trate de ficção ou não ficção (incluindo a poesia na primeira categoria), em língua portuguesa ou noutras. As excepções são as que dão jeito para juntar autores (por exemplo, dois livros de Isherwood, seguem juntos ainda que pertencentes a géneros distintos). Os títulos das obras seguem na língua em que as li.

Ficção em Língua Portuguesa

- Luiz Alfredo Garcia-Roza, Berenice Procura
- Luiz Alfredo Garcia-Roza, Espinosa Sem Saída
- Luiz Alfredo Garcia-Roza, Na Multidão
- Luiz Alfredo Garcia.Roza, Céu de Origamis
- Caio Fernando Abreu, Morangos Mofados (eB)
- João Ubaldo Ribeiro, A Casa dos Budas Ditosos
- João Ubaldo Ribeiro, Um Brasileiro em Berlim (eB)
- Rubem Fonseca, Agosto (eB)
- Rubem Fonseca, E do mundo prostituto só amores guardei ao meu charuto (eB)
- Machado de Assis, Quincas Borba (eB)
- Z.A. Feitosa, O Íntimo Ofício
- Eduardo Carbone, O Pássaro Arcaico
- Manuel Bandeira, Poemas Religiosos e Alguns Libertinos
- Paulo Azevedo Chaves e Raimundo de Morais, Poemas Homoeróticos Escolhidos (eB)

- Margarida Leitão, Instantâneos - fragmentos de memória
- Henrique Levy, Praia Lisboa
- José Eduardo Agualusa, A Vida no Céu (eB)
- José Saramago, O Homem Duplicado (eB)
- Norberto Morais, O Pecado de Porto Negro
- João César Monteiro, Obra Escrita 1
- Frederico Lourenço, O Curso das Estrelas
- Frederico Lourenço, Pode Um Desejo Imenso
- Frederico Lourenço, À Beira do Mundo
- António José Almeida, Arco da Porta do Mar

Não Ficção em Língua Portuguesa

- João Roque, Ilha de Metarica: Memórias da Guerra Colonial
- Luís Chainho e João Máximo, Oeste Selvagem Americano (eB)
- Luís Amorim de Sousa, Cadernos do Potomac
- João Manuel Neves, Dori e Pancho Guedes
- Rita Ferro, Veneza Pode Esperar - Diário I
- Manuela Gonzaga, Moçambique, Para a Mãe se Lembrar Como Foi
- Marta Dhanis, O Caso Renato Seabra: Por Detrás das Cortinas
- João Magueijo, Bifes Mal Passados
- Frederico Lourenço, Estética da Dança Clássica
- Eugénio Lisboa, Acta Est Fabula - Memórias - Peregrinação: Joanesburgo, Paris, Estocolmo, Londres 1970-1996
- VVAA, Cinema e Cultura Queer

- Barnabé Lucas Ncomo, Uria Simango - Um Homem Uma Causa (eB)
- Nelson Motta, Noites Tropicais (eB)
- Zetho Cunha Gonçalves, Notícia do Maior Escândalo Erótico-Sexual do Século XX em Portugal

Ficção, Outros Idiomas

- Armistead Maupin, The Days of Anna Madrigal (eB)
- Armistead Maupin, Jackie Old (eB)
- David Leavitt, Arkansas
- Christopher Isherwood, Christopher And His Kind
- Christopher Isherwood, Liberation - Diaries 1970-1983 (eB)
- Andrew Holleran, Dancer From The Dance
- John Rechy, City of Night
- John Rechy, Numbers

- Alice Munro, Amada Vida
- Alice Munro, A Vista de Castle Rock
- Jane Austen, Pride and Prejudice (eB)
- Jan Morris, Hav
- Edward St Aubyn, Alguma Esperança + Leite Materno
- W.G. Sebald, Os Anéis de Saturno
- Jorge Luis Borges, Ficções
- Arturo Pérez. Reverte, O Franco-Atirador Paciente
- Joel Dicker, A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert
- Anders de la Motte, O Jogo

Não Ficção, Outros Idiomas

- Stephan Pastis, Pérolas a Porcos 2
- Stephan Pastis, Pérolas a Porcos 3
- Robert Byron, A Estrada Para Oxiana
- Alain de Botton, Como Pensar Mais Sobre Sexo
- Paul Theroux, Último Comboio Para a Zona Verde
- Alan Bennett, A Life Like Other People’s (eB)

Granta Portugal 3: Casa
Granta Portugal 4: África

Pelas minhas contas, se não falhou nenhum, foram 64 livros, dos quais mais de metade (38) escritos em língua portuguesa, e 16 lidos em formato electrónico (eB). Uma autora em estreia, Alice Munro, com dois livros; Garcia-Roza bateu o recorde, com quatro (vou ter saudades, quando não tiver mais livros de Espinosa para ler), tal como Frederico Lourenço, mas neste caso a trilogia de Pode Um Desejo Imenso foi uma releitura. E os autores de sempre: Isherwood (dois livros), Saramago, Theroux, Sebald, a Jan Morris, o Agualusa, o Rubem Fonseca, o João Ubaldo, entre outros. E três livros muito especiais, escritos por amigos muito queridos.

Se eu tivesse que escolher, destes todos, apenas cinco para levar para a proverbial ilha deserta, seriam os seguintes:
- A Estrada Para Oxiana, de Robert Byron, uma obra-prima da literatura de viagens e o livro que mais gostei de ler este ano.
- Morangos Mofados, do Caio F, um dos livros que me faltava ler daquele que é um dos meus ‘pais’ literários, e seguramente um dos seus melhores.
- Agosto, de Rubem Fonseca, um livro perfeito, escrito por aquele que será muito provavelmente o melhor escritor de língua portuguesa vivo.
- Christopher And His Kind, do Christopher Isherwood, um dos seus livros de que mais gostei e que reforçou o fascínio (ia escrever o amor) que sinto pelo autor.
- Os Anéis de Saturno, de W.G. Sebald, porque há qualquer coisa nos livros de Sebald (e este será um dos seus três melhores) que demonstra, sem todavia descodificar, o grande mistério do homem e do seu mundo.

abyron amorangos arubem aisherwood asebald

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Li mais dois ou três que tu, mas curiosamente apenas 12 dos que mencionas eu já li.
Alguns tenho para ler...
Dos 5 destaques apenas li um, tenho um para ler e preciso que me emprestes dois...O outro não o quis por ser em inglês e dei-to...

muito mais do mais dois ou três João, tu leste muito e bom. atenção que dos 5, o Caio F e o Rubem Fonseca são em ebook; os restantes estão naturalmente à tua disposição. o do Isherwood foi uma prenda magnífica, como se constacta :)

desses, li 14.
um livro para a ilha: 'a obra ao negro' da yourcenar...
2014: o ano que descobri santareno (mais vale tarde do que nunca) e TW.
e graças à granta, descobri novos autores.

nunca li esse livro da Yourcenar, apesar de o ter oferecido uma vez. mas pelo que sei, tens razão, deve ser desses para levar para a ilha :)

a Granta tem sido uma surpresa renovada, sempre muito boa e a proporcionar grandes descobertas.

e olha que tu este ano também leste Garcia-Rozas em barda; leste-os todos este ano, ou estou enganado?

li todos, excepto o último, 'fantasma'. amanhã publico um post na sequência deste teu :)

Dos dois que te queria pedir emprestados só preciso do de Robert Byron.

A Margarida comentou sobre a M. Yourcenar - sempre vou lembrar que o Saint me apresentou essa escritora fantástica. Dela, eu levaria para minha ilha FOGOS, no qual ela recria umas mitologias da maneira mais tocante possível. E teu Elvis, meu caro, faz parte da minha estante sentimental das criações mais bonitas e bem-feitas que li em 2014. Vou ser o chato, aqui e agora, que pergunta: Quando virá o próximo? pois o gosto de te ler veio e ficou :)
Um grande abraço, Edu.

obrigado Edu, grande abraço

eu da Yourcenar continuo a adorar as memórias de Adriano, um dos 'meus' livros.

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