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rosas
innersmile
No sábado passado, fui nadar. Tenho ido muito pouco à piscina, a maior parte das vezes porque não posso, normalmente por questões de saúde, porque não estou bem disposto, ou porque, como aconteceu recentemente, tinha exames médicos ou estava a fazer preparação para exames. Mas também porque nesta altura do ano muitas vezes a piscina está ocupada aos fins de semana com a realização de provas e torneios.

Mas no sábado os astros alinharam, e lá consegui ir. Que delícia. Há tanto tempo que estar na piscina e nadar não me dava tanto gozo. Nas primeiras centenas de metros ainda me cansei um pouco, mas depois ganhei ritmo e tive a sensação de que ia conseguir nadar non stop. Claro, ao fim de meia-horita estava cansado e parei, mas mesmo assim nadei 800 metros, bem bom, para quem tem nadado tão pouco.

Uma amiga filmou-me a nadar. Apesar de ter sido filmado ao longe, é bom vermo-nos a praticar um determinado exercício, porque nos apercebemos de defeitos dos quais não temos consciência quando estamos a nadar. Neste caso, fiquei surpreendido com as voltas que o meu braço direito dá desde que entra na água até esticar lá à frente. O esquerdo, o da respiração, vai direitinho para a frente, mas o direito faz uns movimentos completamente desnecessários, que só me cansam e dificultam a progressão. Tenho de ver se consigo corrigir isto. O ponto é que como eu estou a nadar a um ritmo bem mais lento do que nadava, acho que uso o braço direito para aumentar o meu poder de sustentação dentro da água.

Apesar do meu estilo lento e desajeitado, gosto de me ver nadar. Não porque seja bonito, mas porque me evoca o prazer que eu sinto quando estou dentro da água.


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